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      Ricardo Kotscho: chance de Lula vencer eleição no 1º turno cai de 25% para 6% em dois meses

      Kotscho disse que ouviu a projeção de "um dos mais respeitados pesquisadores do mercado eleitoral", cujo nome não foi revelado

      Kotscho e Lula (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Ricardo Stuckert)
      Aquiles Lins avatar
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      247 - O jornalista Ricardo Kotscho afirmou neste domingo (14) que as chances do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencer as eleições no primeiro turno caíram de 25% para 6%, entre os meses de julho e agosto. 

      Em seu blog no UOL, Kotscho disse que ouviu a projeção de "um dos mais respeitados pesquisadores do mercado eleitoral", cujo nome não foi revelado. 

      Segundo Kotscho, três fatores foram determinantes para a mudança do cenário eleitoral. São eles: 

      "* A vigorosa ofensiva de Bolsonaro no eleitorado evangélico, especialmente as mulheres, com a entrada em cena da primeira-dama Michelle e a participação do casal em Marchas para Jesus e outras celebrações religiosas, que ocuparam boa parte da agenda presidencial neste período.

      * O pacote eleitoral aprovado pelo Congresso Nacional para a compra de votos, que segundo este pesquisador já ultrapassou os R$ 400 bilhões no total, em bondades variadas, que começaram a ser distribuídas essa semana, quando foram também divulgados índices de melhora na economia.

      * A recuperação dos votos de bolsonaristas arrependidos que tinham procurado a terceira via e não encontraram um candidato competitivo, engrossando a tendência de voto útil."

      Segundo Ricardo Kotscho, pesquisas qualitativas mostram que hoje o medo de que Bolsonaro continue ainda é maior do que o de Lula voltar ao governo. O antibolsonarismo que cresceu durante a pandemia ainda é maior do que o antipetismo gerado pela Lava Jato em 2018.

      "Com 70% dos votos já consolidados entre Lula e Bolsonaro, restam 30% de votos flutuantes, que decidirão a disputa de outubro. Num país imprevisível como o nosso, o campo está aberto, e nada pode ser dado como definitivo. Sempre pode acontecer uma facada, ou coisa pior, no meio do caminho", afirmou o jornalista. 

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